FAQ

Perguntas frequentes

Diariamente no meu consultório e também através do meu Instagram, esclareço muitas dúvidas dos pacientes relacionadas aos mais diversos assuntos tratados pela endocrinologia. 

Relacionei aqui algumas destas dúvidas, na expectativa de colaborar com temas relevantes, tratando a endocrinologia de forma séria, clara e informativa.

Mesmo usando este espaço ou o meu perfil do Instagram para ajudar com dicas e informações, é muito importante lembrar que o que você encontra aqui on-line não vale como uma consulta. 

consultório vai ser sempre a melhor maneira de receber uma avaliação personalizada, tratamento adequado, criar vínculo com o seu médico e receber orientações precisas para você.

No diabetes tipo 1 existe uma deficiência total de produção de insulina, de causa auto-imune. No
diabetes tipo 2 a pessoa ainda produz um pouco de insulina (deficiência parcial), porém a
resposta do organismo a insulina está prejudicada, numa condição chamada de resistência á
insulina.

O diabetes não é classificado quando á gravidade, mas sim quanto ao mecanismo que leva á
doença. O que faz a gravidade do diabetes é o tratamento inadequado, que leva á complicações.
No diabetes tipo 1 o tratamento sempre é feito com insulina, uma vez que essa não é mais
produzido pelo organismo. No diabetes tipo 2 a insulina pode ou não ser utilizada, dependendo do
quadro clínico do paciente.

Em algumas situações é muito fácil diferenciar pelas características do paciente. O diabetes tipo 1
é mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens. O diabetes tipo 2 é mais comum em
pessoas acima dos 40 anos, com sobrepeso ou obesidade e com histórico familiar para diabetes.
Se não for possível diferenciar apenas pelas características do paciente, existem exames que
ajudar na diferenciação, como o peptídeo C e o anticorpo anti-GAD.

A glicemia de jejum é normal até 99 mg/dL. Valores iguais ou maiores que 126 mg/dL já são
considerados diabetes. Entre 100 e 125 mg/dL temos uma categoria intermediária que é chamada
de pré diabetes.

A maioria dos nódulos na tireoide não tem indicação cirúrgica. A cirurgia é feita quando o nódulo é
maligno (o que corresponde a apenas 5% dos casos) ou quando tem sintomas compressivos,
como dificuldade para engolir ou para respirar. Nódulos benignos e assintomáticos geralmente
não precisam ser operados.

Não. A necessidade de punção depende do tamanho e das características ultrassonográficas dos
nódulos. Nódulos pequenos com características ultrassonografias benignas não precisam ser
puncionados.

O câncer diferenciado de tireoide, que corresponde a 95% dos casos de câncer de tireoide, é tratado com cirurgia seguido ou não do uso de iodo radioativo, a depender da gravidade do caso. Para esse tipo de tumor não é necessário fazer quimioterapia ou radioterapia e a taxa de cura
geralmente é muito alta.

Na mídia

Assista algumas das minhas participações ao vivo no MGTV da TV Integração!

Endocrinologista em Divinópolis fala sobre obesidade e tira dúvidas

16 min – Exibição em 10 mai 2022

MG Responde: Médico em Divinópolis tira dúvidas sobre diabetes

19 min – Exibição em 16 nov 2021

MGTV Responde: Especialista em Divinópolis fala sobre o Dia Mundial do Diabetes

11 min – Exibição em 14 nov 2017

Médico de Divinópolis esclarece dúvidas sobre diabetes

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