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No diabetes tipo 1 existe uma deficiência total de produção de insulina, de causa auto-imune. No
diabetes tipo 2 a pessoa ainda produz um pouco de insulina (deficiência parcial), porém a
resposta do organismo a insulina está prejudicada, numa condição chamada de resistência á
insulina.

O diabetes não é classificado quando á gravidade, mas sim quanto ao mecanismo que leva á
doença. O que faz a gravidade do diabetes é o tratamento inadequado, que leva á complicações.
No diabetes tipo 1 o tratamento sempre é feito com insulina, uma vez que essa não é mais
produzido pelo organismo. No diabetes tipo 2 a insulina pode ou não ser utilizada, dependendo do
quadro clínico do paciente.

Em algumas situações é muito fácil diferenciar pelas características do paciente. O diabetes tipo 1
é mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens. O diabetes tipo 2 é mais comum em
pessoas acima dos 40 anos, com sobrepeso ou obesidade e com histórico familiar para diabetes.
Se não for possível diferenciar apenas pelas características do paciente, existem exames que
ajudar na diferenciação, como o peptídeo C e o anticorpo anti-GAD.

A glicemia de jejum é normal até 99 mg/dL. Valores iguais ou maiores que 126 mg/dL já são
considerados diabetes. Entre 100 e 125 mg/dL temos uma categoria intermediária que é chamada
de pré diabetes.

A maioria dos nódulos na tireoide não tem indicação cirúrgica. A cirurgia é feita quando o nódulo é
maligno (o que corresponde a apenas 5% dos casos) ou quando tem sintomas compressivos,
como dificuldade para engolir ou para respirar. Nódulos benignos e assintomáticos geralmente
não precisam ser operados.

Não. A necessidade de punção depende do tamanho e das características ultrassonográficas dos
nódulos. Nódulos pequenos com características ultrassonografias benignas não precisam ser
puncionados.

O câncer diferenciado de tireoide, que corresponde a 95% dos casos de câncer de tireoide, é tratado com cirurgia seguido ou não do uso de iodo radioativo, a depender da gravidade do caso. Para esse tipo de tumor não é necessário fazer quimioterapia ou radioterapia e a taxa de cura
geralmente é muito alta.